20
jan
2017
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COMISSÃO ENCAMINHA PROJETO DE IMPLANTAÇÃO DAS 30 HORAS

Projeto foi entregue para Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas e Reitoria, que devem encaminhá-lo para análise do Conselho Diretor da Universidade

A comissão instituída pela Instrução de Serviço 619/2016-PROGEP designada para propor a regulamentação da flexibilização da jornada de trabalho, encerrou os trabalhos em 24 de Novembro de 2016, encaminhando a implantação das 30 horas semanais na UFMS.reitoria1Coordenação do SISTA/MS cobrou implantação das 30 horas na UFMS durante audiência com o reitor Marcelo Turine, vice reitora Camila e pré-reitores de Gestão de Pessoas e Trabalho (Motti) e Planejamento (Dulce)reitoria4O processo foi entregue em mãos ao Pró-reitor de Gestão de Pessoas e do Trabalho no dia 25 de novembro de 2016 para os encaminhamentos pertinentes. Na proposta de regulamentação, todas as unidades de Campo Grande e demais campi poderão propor a implantação da jornada flexibilizada, desde que atendam as normas que tratam desta matéria.30-horas-jaSegundo o representante do SISTA/MS na comissão, Geraldo Rodrigues Gonçalves, da coordenação do SISTA/MS, foi elaborado um projeto e entregue para a administra central (PROGEP e Reitoria). Este projeto deve ser encaminhado para ser analisado no Conselho Diretor,  instância deliberativa da universidade.

Geraldo Rodrigues, que representa a coordenação do SISTA/MS na comissão das 30h

Geraldo Rodrigues Gonçalves, que representou a coordenação do SISTA/MS na comissão das 30h

A COMISSÃO

A administração central da UFMS havia encaminhado a institucionalizada a comissão de estudos para flexibilização da jornada no segundo semestre de 2015, mas seus trabalhos foram suspensos no final do mesmo ano. Em agosto do ano passado (2016), a comissão foi reativada por meio de ato oficial da universidade e com nova composição, tendo em sua composição membros da representação sindical (SISTA/MS) e da Comissão Interna de Supervisão da Carreira (CIS/UFMS).

Os membros da comissão foram os seguintes: Justo Rafael Fernandez Urbieta  (Presidente), Geraldo Rodrigues Gonçalves (SISTA/MS), Camila Bolfer Moura Baptista (CIS/UFMS), Robert Schiaveto de Souza, Aline Moraes da Silva, Celso Nei Provenzano, Cleodete Candida Gomes, Fabrícia Teixeira Sanches  e Taisa Tiaen Alves.

 

20
jan
2017
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SEGUNDA PARCELA DO ACORDO DE GREVE DE 2015 JÁ CONSTA NA PREVIA DO CONTRACHEQUE

 

tabelaA segunda parcela do reajuste salarial conquistado no acordo de greve de 2015, já está na prévia. No próximo contra cheque consta 5% + 01% no step, tais valores estão garantidos para ativos e aposentados.

A FASUBRA sindical reafirma que o acordo de greve de 2015 ficou aquém da reposição da inflação e temos convicção que os Tae merecem muito mais, pelo trabalho corresponsável na produção de conhecimento exercido pelas universidades federais através do ensino, pesquisa e extensão.

Mas jamais podemos esquecer que todas essas conquistas financeiras não são bondade de nenhum governo, na verdade são frutos das nossas lutas, greves e negociações as quais a FASUBRA e seus sindicatos filiados sempre estiveram a frente. Bem como é resultado da disposição de luta dos trabalhadores técnico administrativos que sempre entenderam a importância da organização dos trabalhadores para defender direitos e ampliar conquistas.

 

19
jan
2017
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Fórum Nacional de Entidades dos Servidores Federais organiza as lutas de 2017

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Dia 08 de março é apontado como indicativo de paralisação nacional

Reunido em Brasília na quarta-feira pela manhã (18), na sede da Fenajufe, o Fórum Nacional de Entidades dos Servidores Federais realizou reunião com o objetivo de organiza as lutas de 2017. Tendo como eixos centrais a luta por reposição salarial e contra a reforma da previdência, o Fórum busca ações coordenadas para uma luta unificada, o mais ampla possível.
Entre as medidas apontadas inicialmente, está a construção das peças da campanha unificada 2017 para uso em diversas mídias, a pressão sobre os parlamentares nos aeroportos já na virada de janeiro para fevereiro, a reunião ampliada do Fórum com as entidades nacionais e de base para a estruturação da campanha, e o indicativo de paralisação nacional do funcionalismo para o próximo dia 08 de março, podendo essa data sofrer ajustes ainda se necessário para unificar com agenda das centrais.

(Fonte: Fasubra)
19
jan
2017
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EM DEFESA DA UNIDADE D@S TRABALHADOR@S DO PCCTAE!

taeA FASUBRA Sindical, entidade representativa dos Técnico-Administrativos em Educação (TAE) há 38 anos, vem a público convocar os trabalhador@s das Instituições Federais de Ensino (IFE) a fortalecerem a unidade do conjunto da Categoria, bem como resistir a qualquer tentativa de divisão promovida pelo Governo ou pela Atens, entidade que reivindica ser a “única representante d@s TAE’s da Classe E”. Não é a primeira vez que a FASUBRA alerta @s trabalhad@res técnico-administrativos sobre atitudes divisionistas na Categoria, cujas consequências desastrosas tão somente contribuirão para o enfraquecimento do movimento, especialmente num contexto de grandes ataques em curso contra direitos, salários e conquistas sociais. A FASUBRA, pelo protagonismo que cumpre na resistência ao avanço das reformas antissociais, é um obstáculo para o Governo, que precisa derrotá-la para, assim, derrotar @s trabalhador@s das IFES.

@s TAE’s formam uma categoria multiprofissional, integrada por profissionais de áreas diversas, ocupantes de centenas de diferentes cargos. A força d@s TAE’s e a sua identidade de trabalhador@s em educação, que potencializa nossas lutas, vêm da capacidade de unificar, num mesmo plano de carreira, tantas profissões com distintos níveis de escolaridade, todas contribuindo para a produção de ensino, pesquisa e extensão nas instituições, por meio de um macro fazer único, inerente ao trabalho desenvolvido nas universidades, centros tecnológicos e institutos. São mais de 200 mil trabalhador@s ativ@s e aposentad@s que atuam ou já atuaram nas IFES, em todo o país, e que, ao longo dos anos, vêm construindo lutas e movimentos reivindicatórios importantes, em defesa da carreira, salários, redução da jornada de trabalho, pela universidade e pela educação pública estatal, e por uma sociedade mais justa, inclusiva, solidária e igualitária.

Construção coletiva versus divisionismo: na contramão da história

Historicamente, a FASUBRA Sindical construiu sua trajetória na ação firme em várias vertentes. Sua intervenção vai desde a atuação junto ao parlamento, com a participação constante no espaço legislativo, inclusive apresentando emendas e projetos de lei, como também nos espaços institucionais e, principalmente na ação popular, nas ruas, junto aos movimentos sociais e populares. Assim, enquanto a FASUBRA e os sindicatos a ela filiados construíam várias lutas em defesa da Categoria, a começar pela conquista de uma Carreira Nacional que possibilita e valoriza a formação e qualificação d@s trabalhador@s, a direção da Atens atuou em sentido contrário, incentivando a divisão e o antagonismo entre @s TAE’s, tentando enfraquecer a luta comum a tod@s. Só para citar recentes exemplos, nos últimos 5 anos a FASUBRA e seus sindicatos filiados fizeram quatro greves por melhores salários, pelas redução da jornada e contra o ajuste. Qual foi a campanha, luta ou greve de iniciativa da Atens? Não há registro!

Diferentemente do que tem sido divulgado pela Atens de que a Classe E foi prejudicada pela FASUBRA, basta verificar a evolução salarial dess@s trabalhador@s desde a criação do PCCTAE até os dias atuais para perceber a falácia argumentativa. Pelo contrário, a Classe E teve ganhos reais, acima do IPCA, nos últimos anos, fruto de lutas e greves dirigidas pela FASUBRA. Além do mais, num primeiro momento apenas esta classe teve direito aos percentuais de mestrado e doutorado, posteriormente ampliados para os demais TAE, de A a D com o acordo de greve de 2012.

Portanto, cabe aos TAE da Classe E, instados pelos divisionistas a aderir à Atens, dizer não à fragmentação e cerrar fileiras com a FASUBRA e seus sindicatos, pois o conflito interno e a pulverização das forças da Categoria favorecerá tão somente aos atuais adversários da classe trabalhadora: o governo que, diuturnamente, atua no sentido de retirar direitos e brecar todas as possibilidades de novos avanços e conquistas sociais.

Aceitar a fragmentação de nossa categoria para apoiar uma entidade que não organizou lutas e não esteve presente em qualquer greve, mas que usufruiu dos ganhos dos movimentos enquanto tentava desqualificar a FASUBRA conscientemente, visando destruir o PCCTAE e a credibilidade da Federação, é jogar contra a própria Categoria. Ainda, é importante entender o perfil dessa entidade que se contrapõe ao perfil histórico de enfrentamento e de luta da FASUBRA. A Atens, ao contrário, traz uma concepção sindical conciliadora com os interesses do patrão, tendo se filiado recentemente à Pública, uma central sindical corporativista, ligada aos tucanos ( PSDB).

Formação plural, luta coletiva

Sem filiação a qualquer central sindical, a FASUBRA Sindical tem na sua direção e na base distintas correntes de pensamento, que convivem democraticamente, buscando construir consensos em prol da luta comum, sempre com a responsabilidade de orientar @s trabalhador@s a atuarem unificados. Nesta perspectiva é que, recentemente, foi realizada a luta contra a PEC 241 (55), em conjunto com outros sindicatos e com o movimento estudantil, produzindo forte resistência e o maior enfrentamento até o momento contra o ajuste fiscal, as mudanças constitucionais que retiram direitos sociais e os demais conteúdos do chamado “pacote de maldades” do governo Temer e seus aliad@s no Congresso Nacional, tod@s imers@s em grandes escândalos de corrupção.

Onde estava a Atens na disputa contra a “PEC do fim do mundo” enquanto a FASUBRA e os sindicatos filiados se enfrentavam contra o forte aparato repressivo do governo na manifestação que tomou Brasília no dia 29 de novembro do ano passado? Contraditoriamente ao engajamento das comunidades universitárias, as direções locais da Atens prosseguiam atuando no sentido de dividir a Categoria, se posicionando publicamente contra a greve e ajudando o governo ao tentar enfraquecer a unidade.

Certamente a maioria d@s trabalhador@s enquadrad@s na Classe E reconhecem a combatividade desta Federação, e as críticas são parte da construção e desenvolvimento da FASUBRA. Historicamente participam e ajudam a construir nossas lutas, rechaçando o divisionismo e entendendo a necessidade da luta unificada. Desta forma, o conjunto d@s trabalhador@s técnico-administrativos comprometid@s com o fortalecimento dessa luta e preocupad@s com a notícia de que o Ministério do Trabalho concedeu o registro sindical a Atens, indagam sobre o que pode acontecer daqui por diante.

A FASUBRA Sindical já está tomando as providências necessárias, para reverter tal decisão no âmbito do ministério do trabalho. Mas seja como for, a carta sindical da FASUBRA concedida no ano de 2014, garante legalmente à Federação o direito de representar tod@s @s trabalhador@s das IFES. A concessão da carta sindical à Atens é uma aberração jurídica, pois @s “Técnic@s de Nível Superior das IFES” não se constituem como uma categoria profissional. Portanto, a pretensão de representar exclusivamente @s servidor@s TAE da Classe E é descabida, ilegítima e descontrói a capacidade de luta de todas as classes do PCCTAE.

A Lei 11.091, de 12 de janeiro de 2005, definiu os papéis do conjunto da Categoria, superando um preconceito existente no ambiente universitário, relativo às atribuições d@s técnico-administrativos, relegada à atividade “meio”. A afirmação desta identidade e os demais elementos da carreira profissionalizaram o nosso fazer no ambiente universitário. Foram mais de 20 anos de luta para conquistar a Carreira Nacional, hoje ameaçada por atitudes divisionistas. Não devemos reproduzir entre nós a discriminação e o preconceito cultural vivenciados e combatidos na relação docente x técnico. No seio de nossa categoria, mais de 50% possuem graduação completa e muitos têm cursos de pós-graduação em diversos níveis. Importante lembrar que o aumento da escolarização formal foi, inclusive, um ganho possibilitado pelo PCCTAE. Dessa forma, a diferença entre os TAE das Classes de A a E é o local do seu enquadramento, pois todos são importantes e possuem papel estratégico no cumprimento da missão da Universidade. A FASUBRA representa tod@s @s trabalhadores técnico administrativos, respeita e quer atuar em conjunto com tod@s independente do seu nível de classificação.

A FASUBRA Sindical e seus sindicatos de base, em nenhuma hipótese, perderão a representação política dos TAE da Classe E. O máximo que poderá acontecer é haver dupla representação e os técnico-administrativos da Classe E terem que escolher em qual entidade se organizar. Para qualquer governo esta seria a situação ideal, pois quanto mais fragmentada estiver a classe trabalhadora, mais fácil será impor derrotas ao movimento.

Por fim, o ano de 2017 trará grandes enfrentamentos, e o maior dos desafios será derrotar a reforma da previdência, que propõe retirar direitos de seguridade e assistência garantidos na Constituição Cidadã de 1988. Diante deste cenário, será necessário muita disposição de luta e, principalmente, a unidade de toda a Categoria, condição essencial para fortalecer a disputa com um adversário poderoso.

(Fonte: Fasubra)
13
jan
2017
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TRANSFORMANDO SONHO EM REALIDADE

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ATUAL DIREÇÃO DO SINDICATO EXECUTA OBRA, CONSEGUE ECONOMIA DE 20% E AMPLIA PATRIMÔNIO DOS TRABALHADORES

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O que era apenas um sonho no passado, agora já é um marco na paisagem que circunda a UFMS. Ao lado da atual sede do sindicato, já foi erguida a estrutura básica de um enorme barracão, bem como sua cobertura.obra7

A obra, erguida no sistema de postes pré-moldados, atinge 630 metros quadrados e já se tornou motivo de admiração e orgulho dos filiados. Desde que foi iniciada a obra, a direção do sindicato é constantemente elogiada pela iniciativa.obra11

obras4Fruto da seriedade na gestão dos recursos  dos trabalhadores, a primeira etapa da obra foi custeada com economia e aplicações feitas pela Coordenação de Administração e Finanças. O que foi contratado e executado está pago, sem precisar recorrer a financiamentos na rede bancária.obras4

Outra conquista é e relação ao custo da obra, pois a direção lutou e conseguiu um desconto de quase 20%, garantindo que a execução desta primeira etapa ficasse com valor inferior ao praticado pelo mercado.

13
jan
2017
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FASUBRA Sindical participa de reunião na Câmara dos deputados

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FASUBRA Sindical participa de reunião no plenário 3 da Câmara dos deputados atendendo a um chamado da Comissão de Legislação Participativa – CLP

A direção nacional da FASUBRA Sindical se fez presente no plenário 3 da Câmara dos deputados, no dia 11 de janeiro, atendendo a um chamado da Comissão de Legislação Participativa – CLP, Deputado Chico Lopes (PC do B), que esta organizando uma reunião preparatória, de caráter informal, do Ciclo de Debates a respeito da Proposta de Reforma da Previdência (PEC N. 287/16). Informamos também que se fizeram presentes de forma ativa a Deputada Érika Jucá Kokay do PT-DF e o deputado Arnaldo Fária de Sá do PTB – SP.

A palavra foi dada a FASUBRA Sindical, onde colocamos toda a nossa contrariedade com a proposta de Reforma da Previdência patrocinada pelo governo ilegítimo e golpista do Michel Temer e na oportunidade também convocamos todas as entidades presentes para construirmos junto ao FONASEFE uma greve geral como instrumento principal da luta da classe trabalhadora para que possamos de fato derrubar essa Reforma Previdenciária, bem como, derrubarmos também a reforma trabalhista que esta por vir.

Fomos também convidados para participar da Comissão organizadora dos debates e audiências publicas que serão construídas dentro da Câmara federal, ficando a primeira reunião da referida comissão agendada para o dia 16/01/2017 as 16:30 horas na sala 121 primeiro andar do anexo 2 dá Câmara dos Deputados- Sala dá CLP – Comissão de Legislação Participativa.

 

(Fonte: Fasubra)

 

11
jan
2017
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Queda de barreira: Grades em torno da Reitoria da UFMS são retiradas

muroAs grades em frente da Reitoria da UFMS foram retiradas no começo deste mês de janeiro. Colocadas há mais de três anos, a retirada do artefato é emblemática, pois significa uma verdadeira queda de barreira, erguida pela administração anterior da universidade.muro1 muro2

A retirada da grade foi determinada pelo atual reitor Marcelo Turine – empossado no final do ano passado – e sinaliza mais um gesto de aproximação da administração central com a comunidade universitária.

(Fotos: Lucivaldo Alves dos Santos)