2
fev
2016
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Sindicalismo é tema de seminário nesta quinta-feira na UFMS

A UFMS sedia nesta quinta-feira, dia 4 de fevereiro, o Seminário Sindicalismo no Brasil: Desafios na atualidade. O evento é uma iniciativa do Sindicato dos Docentes da Universidade (Adufms) e será realizado no anfiteatro do CCHS, a partir das 13h30.

A abertura do seminário será feita pelo professor Antonio Carlos Victório (Jacaré), que vai debater sobre o tema “Qual é a crise do sindicalismo”. O segundo debatedor, a partir das 15h30min será o professor Amauri Fragoso de Medeiros, que também é o primeiro tesoureiro da Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior (ANDES – Sindicato Nacional), que abordará o tema “Concepção sindical da ANDES: Desafios na Atualidade”.

O convite para o evento é assinado pelo presidente da Adufms Sindicato, professor José Carlos da Silva.

 

2
fev
2016
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FASUBRA participa do Seminário contra o PLS 555/15

Retomada de discussões do projeto na Câmara dos Deputados segue em regime de urgência, de acordo com especialista

Retomada de discussões do projeto na Câmara dos Deputados segue em regime de urgência, de acordo com especialista

A representação da FASUBRA Sindical participou na manhã de quarta-feira, 27, do Seminário sobre o Projeto de Lei do Senado nº 555 de 2015, que visa privatizar empresas estatais. Realizado no Hotel San Marco – Setor Hoteleiro Sul, quadra 5, em Brasília-DF, o evento sob organização do Comitê em Defesa das Estatais formado por centrais e entidades sindicais discutiu ações para que o projeto não seja aprovado. A previsão de votação no Senado Federal é para o dia três de fevereiro, logo após o retorno dos parlamentares do recesso.

Tramitação urgente

De acordo com Luiz Alberto dos Santos, advogado, especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental e doutor em Ciências Sociais, a retomada de discussões do projeto na Câmara dos Deputados segue em regime de urgência. Se aprovado, retorna para a comissão emitir parecer. O relator da comissão na Câmara dos Deputados tem atuação no PL da Terceirização, já no Senado Federal o relator é Tasso Jereissati, um dos autores do PLS 555. Para Santos, há uma atuação discreta para aprovação do projeto e concordância do executivo, diante do contexto pró-privatização, reforçado pela mídia, devido à crise fiscal e escândalos envolvendo estatais (Petrolão/Eletrolão).

O especialista trouxe à luz os principais problemas e alternativas de solução para o substitutivo ao PLS 555, com parecer de dezembro de 2015. Na ocasião, Santos apontou que cabe à união criar leis que regulam normas gerais de licitação e contratação em todas as modalidades da administração pública, de acordo com o artigo nº 22 da Constituição Federal, parágrafo XXVII.

Segundo o advogado, o PLS 555 abrange toda e qualquer empresa pública e sociedade de economia mista, da União, dos Estados, do DF e dos Municípios, que exploram atividade econômica, inclusive as que prestam serviços públicos e as que exploram atividade econômica sujeita ao regime de monopólio da União, ignorando a diferença entre as empresas existentes e sua complexidade.

O PLS 555/15, é o resultado de dois projetos de lei propostos pelos senadores Tasso Jereissati (PLS 167) e Aécio Neves (PLS 343), ambos do PSDB. O objetivo é mudar o estatuto jurídico de empresas públicas e de sociedades de economia mista para sociedade anônima (S/A).

(Fonte: Fasubra)

28
jan
2016
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29/01: Dia Nacional da visibilidade de transexuais e travestis

Altos índices de violência, baixa expectativa de vida e falta de oportunidade para o trabalho marcam a vida de transexuais e travestis.

Altos índices de violência, baixa expectativa de vida e falta de oportunidade para o trabalho marcam a vida de transexuais e travestis.

A opção de assumir e evidenciar a condição sexual que não seja hétero, e uma identidade de gênero diferente daquela esperada quando se nasce, não é uma decisão simples. Ser parte de uma sociedade conservadora em pleno século XXI perpassa a linha tênue da tolerância, expondo a dicotomia humana. A compreensão de liberdade ainda permanece abstrata no mundo das ideias, quase uma utopia, e a extrema necessidade em perpetuar o tradicional não reserva espaço para o diferente.

Diante da intolerância, as pessoas se negam a discutir as diferenças, a diversidade e as formas de inclusão das pessoas que estão à margem do considerado “aceitável”. Nesse sentido a FASUBRA Sindical permanece em constante luta pela riqueza das diferenças, e pela garantia dos direitos, principalmente o da dignidade humana e o de cada um poder ser quem é, sem precisar esconder-se. Aceitar pode ser uma opção, respeitar é imperativo e nos faz humanos!

Altos índices de violência, baixa expectativa de vida e falta de oportunidade para o trabalho marcam a vida de transexuais e travestis, seres humanos, que preferiram viver sua plenitude e sua identidade de gênero e não mais se esconderem para serem “aceitas ou aceitos”. A FASUBRA, primeira entidade nacional a tratar o tema, continuará com a luta após as resoluções encaminhadas no Seminário LGBT realizado em 21 de novembro de 2014.

Para a federação, o dia 29 de janeiro é uma data importante para que haja manifestação das pessoas Trans que sofrem com a intolerância e preconceito. “A transfobia também é crime e a conscientização sobre o direito humano que transexuais e travestis tem é extremamente necessária. Respeitar a identidade de gênero de cada um é deixar o atraso de lado”.

(Fonte: Fasubra)

28
jan
2016
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Técnico-administrativo aposentado conquista título de doutorado

antonio pedro 2

“Resolvi investir mais na vida acadêmica e me sinto muito mais ativo, como se não estivesse aposentado”.

Antônio Pedro Soares, técnico-administrativo em laboratório durante 37 anos na área de histologia, na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), ao se aposentar, enxergou a oportunidade em continuar os estudos neste novo ciclo de vida. Conquistou o título de doutor em Ciência Veterinária na UFRPE, vindo a ser professor do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul (FAMASUL), parceira da UFRPE.

Com uma trajetória sindical longa e de muita luta, Antônio chegou à UFRPE no ano de 1974, quando o país ainda se encontrava no período de ditadura militar, ingressou no movimento sindical em 1978, ano de surgimento da ASUFERPE.

A associação dos servidores da UFRPE nasceu em um contexto de ressurgimento do movimento sindical brasileiro, quando os trabalhadores, pararam as máquinas das fábricas retomando a luta pela democracia. Ainda hoje, assim como Antônio, existem muitos pioneiros da antiga associação, participando dos movimentos e luta da nova entidade sindical, o SINTUFEPE/UFRPE, criada em 1992.

Antônio Pedro foi o último presidente da Associação dos Servidores da Universidade Federal Rural de Pernambuco (ASUFERPE) e contribuiu ativa e diretamente para o processo de sindicalização.

SINTUFEPE – Em 1987 explodiram as greves que conquistaram a lei da isonomia. Como foi essa luta?

Antônio Pedro – Foi um marco histórico na vida dos trabalhadores deste país e, especificamente, dos servidores das universidades. Naquele período as universidades pagavam de forma diferenciada por região. Vale ressaltar que mais discriminadamente no Nordeste, tanto em relação aos técnicos quanto aos docentes. Então incorporamos a nível nacional, através da FASUBRA, o movimento de isonomia salarial. Mas nos deparamos com um agravante muito sério, pois quando estávamos em greve pela isonomia, o Congresso alegou que esse era um direito legítimo, porém não era legal. Diante disso nossa luta foi direcionada para construir e tornar a isonomia um direito legal. Pressionamos o Congresso Nacional e conseguimos aprovar uma legislação específica para tornar legal a isonomia salarial entre as universidades do país. Depois disso fizemos outra grande greve para que o então presidente Sarney sancionasse essa lei. Até hoje ganhamos com essa conquista, pois conseguimos trazer isso também para a aposentadoria.

SINTUFEPE – Você se aposentou, mas continua ativo profissionalmente, optando por voltar à universidade. Como foi esse processo?

AP – Eu passei 10 anos para terminar meu curso de graduação, pois coincidiu justamente com um período de muitas viagens à Brasília, era o período da sindicalização dos servidores públicos federais. Eram articulações a nível nacional, chegávamos a passar 15 dias em Brasília e isso interferia em todos os setores das nossas vidas. Mas depois de um bom tempo eu consegui voltar à atividade profissional no laboratório e sempre estimulei que o servidor trabalhasse, estudasse e militasse. Não é uma coisa fácil. Agora eu resolvi investir mais nessa vida acadêmica e me sinto muito mais ativo, como se não estivesse aposentado.

SINTUFEPE – Quais foram os benefícios de voltar à universidade?

AP – Isso foi muito bom, porque geralmente o aposentado fica ocioso e muitos correm o risco terrível de entrar no alcoolismo, pois muitas vezes esse tempo é usado de forma inadequada. Pretendo voltar a militar de forma mais efetiva junto com os aposentados. Quero levá-los às ruas, aos movimentos sindicais, para as direções das entidades.

SINTUFEPE – Que recado você daria para os novos militantes?

AP – Antes de tudo é preciso ressaltar que nenhum direito se conquista sem greve. Ela é a arma principal do trabalhador, porque nenhum governo, nenhum patrão, irá ceder ou atender as reivindicações dos trabalhadores ou de qualquer movimento se não houver greve. Também é extremamente importante a organização desses protestos. O direito de organização é a arma do cidadão, do trabalhador, do estudante.

(Fonte: Fasubra – Texto e foto: Sintufepe)

 

27
jan
2016
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Servidor aposentado se tornou atleta após batalha contra o alcoolismo

“O médico disse que eu tinha praticamente um mês de vida se continuasse a beber, porque já não me alimentava mais”.

“O médico disse que eu tinha praticamente um mês de vida se continuasse a beber, porque já não me alimentava mais”.

O jardineiro Júlio Honório da Silva de 64 anos, servidor aposentado da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), participou de mais uma competição no dia seis de dezembro de 2015. Desta vez, foi a XVII Volta Internacional da Pampulha, em Belo Horizonte, Minas Gerais.

Cerca de 14.500 atletas percorreram 18 km de extensão. A corrida, de caráter misto, não tinha subdivisão em categorias, mas, mesmo assim, Honório ficou entre os primeiros 650 atletas, completando a extensão em 1hora e 32 minutos. O aposentado coleciona 65 medalhas e sete troféus, conquistados nas principais provas de atletismo nacional, como a Corrida de São Silvestre e a Maratona Internacional de Foz do Iguaçu.Jlio Honrio - correndoBatalha contra o álcool

Quem vê os momentos vitoriosos de Júlio não imagina o motivo que o levou a mudar o estilo de vida. Nos anos 2000, ele enfrentou uma batalha contra a dependência do álcool. O que era uma maneira de relaxar aos finais de semana se fez presente todos os dias, transformando o lazer em vício.

Quando a bebida se tornou companhia e a alimentação já não fazia parte de seus dias, Honório foi surpreendido ao parar em um hospital. Ele conta: “o médico disse que eu tinha praticamente um mês de vida se continuasse a beber, porque já não me alimentava mais”. Foi aí que o nosso personagem da vida real tomou uma decisão: “Pedi a Deus e parei”.

O começo não foi fácil para o aposentado, mas o apoio da família e de um amigo especial foi fundamental para dar a volta por cima e se livrar do álcool. O amigo é um vizinho de seu Júlio, Romes Aniceto, que indicou a caminhada como um exercício físico para contribuir no seu novo estilo de vida; agora mais saudável e com objetivos: “Foi um momento que ganhei a vida de novo”, afirma Júlio.

“Hoje a minha vida é outra, minha saúde é outra, agradeço a Deus pela força e também ao Romes, que me deu força e me ajudou”.

.Jlio Honrio- medalhasInspiração

Da caminhada para a corrida, o atleta aposentado há quatro anos conta empolgado, com brilho nos olhos: “comecei com um, dois, três quilômetros e hoje eu corro até 25 km”. Mas seguir a carreira de atleta não seria tão simples, pois precisava de apoio para se dedicar à nova vida.

A ajuda partiu principalmente da família: “hoje [ela] me apoia a correr, a fazer as viagens”, disse se referindo à esposa. Para realizar as viagens e participar das competições tão esperadas, Júlio afirma: “procurei apoio do SINTET, já que eu era sindicalizado e aposentado da universidade”. Além do sindicato, outro apoiador do atleta, que completou, em 2015, oito anos de carreira, é a empresa Oliveira Financiamentos.

O aposentado inspira outras pessoas a fazer o mesmo, dedicar a sua vida à saúde e à atividade física, e conta que hoje faz exames periódicos, de seis em seis meses. Mas assim como um atleta “é sempre necessário consultar um médico antes mesmo de começar a praticar esse tipo de atividade física, pra você saber a sua capacidade, a carga de exercícios que pode fazer”, enfatiza Júlio.

O atleta treina em dias alternados, percorrendo 16 quilômetros em ruas e avenidas dos bairros Pacaembu, Roosvelt, Cruzeiro do Sul e Marta Helena, passando também pelo Anel Viário de Uberlândia-MG.

(Fonte: Fasubra – Fotos e textos: Sintet/UFU)

25
jan
2016
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Aposentar no serviço público federal

As necessidades humanas criaram o trabalho para a sobrevivência. O trabalho no passado, muitas vezes associado ao sofrimento, penalização e esforço, hoje é considerado a mais valorizada das atividades humanas, de acordo com o artigo “Identidade, aposentadoria e terceira idade”, da revista Estudos Interdisciplinares sobre o envelhecimento, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Ao romper os laços com o trabalho após certo período, o ser humano recebe o título de aposentado. A etimologia da palavra “aposentar” se refere à hospedagem, abrigo nos aposentos. Segundo o dicionário Michaelis, aposentar significa “jubilação, direito que tem o empregado, depois de certo número de anos de atividade ou por invalidez, de retirar-se do serviço recebendo mensalidade”. Ao se aposentar, o trabalhador encontra em seu caminho novos desafios, como se habituar à nova rotina de vida, substituindo as tarefas do cotidiano por ocupações em que sinta prazer.

Entenda como funciona o Sistema Brasileiro de Previdência:

 

De calças curtas

A aposentadoria no serviço público federal passou por diversas alterações desde a promulgação da Constituição Federal em 1988. As regras previdenciárias eram simples, os aposentados e pensionistas tinham os mesmos direitos que um servidor em atividade. As exigências aumentaram com o passar dos anos e o “comprimento da calça” ficou cada vez mais curto.

 

Veja as principais mudanças após as Emendas Constitucionais

 

Emenda Constitucional nº 20 de 1998

Com a aprovação da E.C. nº 20/98, houve a substituição do tempo de serviço pelo tempo de contribuição. A idade mínima para se aposentar passou a ser de 55 anos para mulheres e 60 anos para o homem na regra permanente, com redução de sete anos no período de transição. Também foi extinta a aposentadoria proporcional para novos servidores. O trabalhador deveria ter 10 anos no serviço público e cinco anos no cargo. A previdência complementar entrou em vigor.

 

Emenda Constitucional nº 41 de 2003

Na Emenda Constitucional nº 41 de 2003, o tempo de permanência no serviço público aumentou de 10 para 20 anos. A aposentadoria proporcional e a paridade foram extintas. Também houve o fim das regras de transição da E. C. 20, de 1998, redução de pensões fim da integralidade com adoção de cálculo pela média, instituição de contribuição de aposentados e pensionistas (rendimentos acima do teto do INSS), adoção de teto e subteto na administração pública e previsão de previdência complementar acima do teto do INSS apenas por lei ordinária.

 

Emenda Constitucional nº 47 de 2005

Além de ampliar o tempo de permanência no serviço público para 25 anos, extinguiu a paridade.

 

Emenda Constitucional nº 70 de 2012

Trabalhadores que ingressaram no serviço público até 31 de dezembro de 2003 e sofreram acidentes em serviço, apresentaram moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável e invalidez permanente, passaram a ter aposentadoria integral e paritária.

 

Também em 2012 foi aprovada a Lei 12.618 que cria a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp). Mas este assunto você confere em nossa próxima publicação: Aposentar no serviço público federal: Da adesão obrigatória a Funpresp em meio às sombras da “nova CPMF” e Reforma da Previdência.

 

Atualmente, com a promulgação da Lei Complementar 152/15, a aposentadoria compulsória no serviço público passou de 70 para 75 anos. O aumento da permanência no trabalho, de acordo com o Congresso, resultaria em uma efetiva medida de economia.

(Fonte: Fasubra)

25
jan
2016
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SISTA VALORIZA OS APOSENTADOS

O SISTA/MS tem um compromisso que não abre mão: a luta em defesa dos aposentados. Uma prova deste compromisso são as ações permanentes da atual direção do sindicato para contemplar e valorizar os aposentados da UFMS. Além da luta sindical para manter e ampliar direitos e benefícios, a atual gestão faz questão de participar de atividades recreativas e sociais em homenagem a quem já dedicou uma vida de trabalho.

 

IMG-20160124-WA0034Evento sexta-feira (22) na Assufms marcou o Dia do Aposentado na UFMSIMG-20160124-WA0037Um exemplo da determinação da direção do sindicato em estar sempre junto das lutas e atividades para os aposentados aconteceu na sexta-feira, 22 de janeiro, dia consagrado no calendário a estes trabalhadores, que estavam na produção no e são verdadeiros guerreiros do presente. IMG-20160124-WA0035

Sonia Santarosa (Aposentados/Sista) com a aposentada Selma Vasconcelos

No dia 22, o sindicato se juntou à Cooperativa Sicredi e Associação dos Servidores (Assufms) para participar de um concorrido café da manhã, oferecido aos aposentados na sede da associação. O SISTA se fez presente por intermédio de Sônia Santarosa, que compõe a pasta de Aposentados da direção junto com a companheira Maria Arcanjo.

Além da homenagem aos aposentados em seu dia, a participação do SISTA foi mais uma demonstração do compromisso de estar sempre junto desta categoria.Dia-do-Aposentado web

21
jan
2016
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FASUBRA participa do Fórum Social Temático em Porto Alegre

Serão cinco dias de debates, apresentações, oficinas, seminários e atos, com programação cultural no período noturno.

Serão cinco dias de debates, apresentações, oficinas, seminários e atos, com programação cultural no período noturno

A Marcha de abertura do Fórum Social Temático uniu milhares de participantes que tomaram as ruas da capital gaúcha, Porto Alegre – RS, na tarde de terça-feira, 19. O evento acontece em preparação para o Fórum Social Mundial que será realizado de 09 a 14 de agosto em Montreal no Canadá. Nesta edição o Fórum completa 15 anos e o tema é “Paz, democracia, direitos dos povos e do planeta”.

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De acordo com a apresentação do Fórum, “o objetivo é realizar um balanço das lutas anticapitalista nestes anos, discutir os desafios das classes sociais populares e das mulheres e homens que desejam uma sociedade mais humana e fraterna e, principalmente, discutir as perspectivas da luta altermundialista nos dias de hoje”.

Serão cinco dias de debates, apresentações, oficinas, seminários e atos, com programação cultural no período noturno. A previsão é de mais de 470 atividades durante o Fórum. É notório que a edição desse Fórum apresente atividades oficiais que são bastante acríticas a política do Governo Dilma.

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A FASUBRA Sindical, preservando a sua autonomia política, participa de mesas autogestionadas que tratam de temas que envolvem a defesa da educação pública, a luta contra a privatização da previdência pública e a luta pela auditoria da dívida pública. Reivindicando inclusive a derrubada do veto da Presidenta Dilma, no que se refere à proposta de auditoria da dívida pública que constava na proposta do Plano Plurianual (2013-2019) encaminhado pelo Congresso Nacional.

Para a Federação, a importância é a troca de informação, debate sobre os principais temas da atualidade no Brasil e no mundo. “Há debates desde o desastre em Mariana-MG, carreiras do serviço público, pela auditoria da dívida pública, impeachment da presidente Dilma, ou seja, é um debate muito profundo em que a sociedade brasileira se prepara.”.

(Fonte: Fasubra)