SISTA-MS, UFMS e HUMAP estudam adequações para força de trabalho do hospital

A Reitoria da UFMS, a Superintendência do Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian (HUMAP/EBSERH) e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e Institutos Federais de Ensino de Mato Grosso do Sul (SISTA) se reuniram hoje (25) pela manhã para dar continuidade aos estudos de adequação da força de trabalho do hospital.

Na reunião, foram discutidos os encaminhamentos dos dados coletados por comissões de trabalho acerca do dimensionamento do quantitativo de profissionais atuantes em cada área, das jornadas de trabalho e pagamento do Adicional de Plantão Hospitalar (APH), da posição dos servidores cuja jornada foi flexibilizada e da demanda de atendimentos do hospital. “São questões que perpassam todos os hospitais universitários federais e que exigem um acompanhamento próximo”, explica o Superintendente do HUMAP, Cláudio César da Silva.

O Superintendente contou também que tem reuniões com o Ministério Público Federal (MPF), a Corregedoria Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU) para apresentar os relatórios e solicitar orientações para as possíveis adequações necessárias. “Estamos buscando a transparência em todos os nossos atos e a construção coletiva de soluções para os problemas do hospital. Queremos nos adequar às exigências de instâncias superiores com o mínimo de impacto para a sociedade e para nossos profissionais”, elucidou.

A Coordenadora Geral do SISTA Cleodete Gomes agradeceu o trabalho conjunto com representatividade das partes interessadas e fez apontamentos sobre a possibilidade de desflexibilização da jornada. “O ideal seria um redimensionamento/remanejamento dos profissionais sem sacrificar a flexibilização”, disse.

A Vice-reitora Camila Ítavo reforçou a importância do esforço coletivo. “Instituições públicas constantemente recebem normatizações às quais precisam se adequar. Estamos estudando juntos o melhor caminho para alcançar melhorias das condições de trabalho dos profissionais para o funcionamento do hospital-escola e para o atendimento à sociedade”, afirmou.

FONTE : UFMS

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